Ontem eu tive uma festa surpresa de aniversário. Na verdade não foi bem surpresa porque eu descobri digamos uma hora antes. Mas, foi surpresa!
O tema não podia ser outro...
Borboletas!! O poder de transmutar, começar de novo sem nunca perder sua poesia e beleza...
Tem aquela brincadeira: Se você pudesse ser um animal o que seria?
Pois é, eu seria uma borboleta!!!!!!
Quando você achar uma borboleta, pense em mim, pois possivelmente eu estarei pensando em você!
Voltando ao assunto aniversário...
É, logo, logo é meu aniversário (já que ele foi comemorado com 12 dias de antecedência).
Isso me fez fazer um levantamento de minha vida esse ano. E cheguei a me espantar!!
Como errei este ano, fiz escolhas péssimas, concessões equivocadas, mas, não posso reclamar no final tudo deu certo, ou seja, dia 16 eu estarei fechando o balanço com saldo positivo.
Pois, não permaneci por muito tempo nos erros. De alguma forma eu os afastei e algumas vezes eles foram afastados de mim.
Há uma coisa, que eu posso tirar o chapéu, é que continuo integra aos meus sentimentos e princípios.
Estou digamos numa fase ótima em minha vida. Sabendo muito bem o que gosto o que não gosto, o que quero e o que não quero nem em pensamento para mim.
Você pode estar pensando...
Não está muito exigente?
E eu respondo, absolutamente não!
Não tenho culpa se tenha muita atitude e opinião, além é claro de personalidade!
Enquanto redigia esse texto me veio uma música na minha cabeça...
Em 1996 uns amigos e umas amigas da época de Petrópolis, toda vez que essa música tocava diziam que ela havia sido feita pra mim...
Então...
Nada melhor que finalizar com a letra da tal música.
by Adriana Carvalho de Oliveira
A música fez sucesso em 1985 na novela Roque Santeiro de Dias Gomes.
A curiosidade é que a novela seria exibida em 1975 (ano que nasci!) pela Rede Globo e já tinha vários capítulos gravados e chamadas anunciavam sua estréia.
Porém, no dia de sua estréia, a Rede Globo recebeu ofício do governo federal censurando a novela.
A emissora então colocou no ar uma reprise da novela Selva De Pedra, de Janete Clair, enquanto outra era escrita - Pecado Capital -, da mesma autora.
O motivo da censura foi uma escuta telefônica do governo, onde foi gravada uma conversa de Dias Gomes em que ele afirmava que Roque Santeiro era apenas uma forma de enganar os militares, adaptando O Berço do Herói para a televisão, com ligeiras modificações que fariam com que os militares não percebessem que se tratava da mesma obra.
Dona
Roupa Nova
Composição: Sá & Guarabyra
Dona desses traiçoeiros
Sonhos, sempre verdadeiros
Oh Dona desses animais
Dona de seus ideais
Pelas ruas onde andas
Onde mandas todos nós
Somos sempre mensageiros
Esperando tua voz
Teus desejos, uma ordem
Nada é nunca, nunca é não
Por que tens essa certeza
Dentro do teu coração
Tan, tan, tan, batem na porta
Não precisa ver quem é
Pra sentir a impaciência
Do teu pulso de mulher
Um olhar me atira à cama
Um beijo me faz amar
Não levanto, não me escondo
Porque sei que és minha
Dona...
Dona desses traiçoeiros...
Sonhos sempre verdadeiros...
Oh Dona desses animais
Dona de seus ideais
Não há pedras em teu caminho
Não há ondas no teu mar
Não há vento ou tempestade
Que te impeçam de voar
Entre a cobra e o passarinho
Entre a pomba e o gavião
Ou teu ódio ou teu carinho
Nos carregam pela mão
É a moça da cantiga
A mulher da criação
Umas vezes nossa amiga
Outras nossa perdição
O poder que nos levanta
A força que nos faz cair
Qual de nós ainda não sabe
Que isso tudo te faz
Dona, Dona...
domingo, novembro 05, 2006
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