Quando somos crianças cansamos de escutar historinhas infantis dizendo: E foram felizes para sempre.
Por que insistir nesse foram felizes para sempre? Sendo que na vida real não é bem assim. Será porque acham que assim ajudam a nos fazer sonhar?
Alguém por acaso nunca conheceu histórias que foram desfeitas? Que simplesmente chegaram ao seu fim?
E por falar em fim... Como uma palavrinha pode ter uma força tão grande. Fim é bom quando escutamos ou dizemos: É o fim da escassez, da miséria, da fome, do desemprego, da violência, das drogas, do abuso...
Ou, quando aprendemos que o fim é a possibilidade de um novo começo.
Mas esse tempo de aprendizagem é difícil.
Pois existe o hábito, rotina, você acaba se acostumando...
É quando você faz um curso durante certo tempo e ele chega ao fim, é quando você faz uma viagem conhece coisas, pessoas, aí você tem que voltar para sua cidade, ou quando você muda para outra casa, bairro, cidade, estado, país,... Ou quando você sai de um emprego, termina um relacionamento...
É assim: Aquele aperto no peito... Uma angustia... Um nó na garganta... Uma vontade de estender por mais tempo, aquele tempo.
Mas como diz uma música da Legião: “Tudo passa, tudo passará...” E eu pergunto: Será mesmo? Ou será que talvez nós também nos habituemos com tal situação...
Mas a vida é feita de encontros e desencontros... E reencontros...
Dizem... O que é nosso está guardado. Eu espero que esse “presente guardado” direcionado a mim, não demore minha vida inteira para chegar definitivamente...
Eu espero pelo dia que você consiga perceber o quanto importante, fundamental, essencial eu sou..., e que no meio de tantos desencontros nós possamos nos reencontrar. E finalmente escrevermos uma única história a quatro mãos.
by Adriana Carvalho de Oliveira.
Metal Contra as Nuvens
Legião Urbana
Composição: Dado Villa-Lobos/ Renato Russo/ Marcelo Bonfá
http://br.youtube.com/watch?v=ohUDjLYHG5c
I
Não sou escravo de ninguém
Ninguém é senhor do meu domínio
Sei o que devo defender
E por valor eu tenho
E temo o que agora se desfaz.
Viajamos sete léguas
Por entre abismos e florestas
Por Deus nunca me vi tão só
É a própria fé o que destrói
Estes são dias desleais.
Sou metal, raio, relâmpago e trovão
Sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Sou metal, me sabe o sopro do dragão.
Reconheço meu pesar
Quando tudo é traição,
O que venho encontrar
É a virtude em outras mãos.
Minha terra é a terra que é minha
E sempre será minha terra
Tem a lua, tem estrelas e sempre terá.
II
Quase acreditei na sua promessa
E o que vejo é fome e destruição
Perdi a minha sela e a minha espada
Perdi o meu castelo e minha princesa.
Quase acreditei, quase acreditei
E, por honra, se existir verdade
Existem os tolos e existe o ladrão
E há quem se alimente do que é roubo
Mas vou guardar o meu tesouro
Caso você esteja mentindo.
Olha o sopro do dragão...
III
É a verdade o que assombra
O descaso que condena,
A estupidez o que destrói
Eu vejo tudo que se foi
E o que não existe mais
Tenho os sentidos já dormentes,
O corpo quer, a alma entende.
Esta é a terra-de-ninguém
Sei que devo resistir
Eu quero a espada em minhas mãos.
Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão.
Não me entrego sem lutar
Tenho ainda coração
Não aprendi a me render
Que caia o inimigo então.
IV
- Tudo passa, tudo passará...
E nossa estória não estará pelo avesso
Assim, sem final feliz.
Teremos coisas bonitas pra contar.
E até lá, vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás
Apenas começamos.
O mundo começa agora
Apenas começamos.
Trilha sonora escrevendo o texto: Legião Urbana.
Uma música que sugiro: Metal contra as Nuvens, Eu era um lobisomen Juvenil, Sete Cidades, Vamos Fazer um Filme, Teatro dos Vampiros.
Uma música para dançar e não pensar em nada: Samba da Bênção. – Vinícius de Moraes e Baden-Powell.
Filme que recomendo: Lost in Translation.
Sugiro um livro para ler: Why Men Can Only Do One Thing.....And Women Never Stop Talking - Allan Pease & Barbara Pease.
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